A cidade de Vigo é provavelmente a urbe galega com a maior densidade de tránsito, com um parque móvel aproximado de 150.000 carros. Além disso, padecemos uns índices de poluiçom atmosférica e acústica dos mais altos da Europa. A sua importáncia como cidade mais populosa e industrial e a sua situaçom geográfica fam da sua planificaçom urbanística um verdadeiro repto. Mas também abrem a possibilidade a tentar políticas agressivas e inovadoras nesse sentido.
Mas a política do governo municipal é clara: pôr mais difícil, se isso for possível, o transporte em Vigo. À vez que eliminam praças de estacionamento gratuitas, inçam a cidade de parques de estacionamento subterráneos com preços proibitivos que suponhem um peso maior as já de por si frágeis economias da classe trabalhadora.
Assim, os trabalhadores que se deslocam desde toda a comarca até o seu posto de trabalho, bem seja em Coia, no Porrinho ou em Teis, terám que contribuir diariamente para encher os petos dos empresários de serviço, premiados com umha concessom.
O governo municipal considera excessivo qualquer orçamento encaminhado à construçom de eléctricos ('tranvias'), trem de proximidade e demais iniciativas de transporte público, mas considera económico levantar ruas e furar estacionamentos no subsolo urbano. Esta é a soluçom de Caballero. Nem mais transporte público, nem políticas em favor do uso da bicicleta ou de compartiçom de veículo. Levantamos as principais ruas para criar parkings com os que umhas poucas empresas se podam enriquecer no curto prazo.
Por um urbanismo moderno e sustentável!
Por um transporte público e de qualidade!

