28 de maio de 2009

Resposta feminista contra o integrismo anti-abortista

A passada quarta-feira 27 de maio pola tarde, varias dezenas de mulheres concentrárom-se na Praça do Nadador para plantar-lhe cara ao grupo integrista católico "Direito à Vida". O grupo anti-abortista, fazia assim a sua ultima parada em Vigo para recolher assinaturas e repartir a sua machista propaganda.

As mulheres feministas concentradas, tivérom que suportar a agressom verbal e incluso física dos integrantes deste grupo. Mas, a repetiçom de palavras de ordem como "aborto livre e gratuito", "no meu corpo, mando eu" ou "contra o seu integrismo, luita e feminismo", foi constante, e a resposta contra esta campanha de agressom contra o direitos das mulheres, foi contundente. Ante esta demostraçom de luita feminista, o autocarro tivo que abandonar a praça umha hora antes do programado. Por outra banda, as mulheres também tivérom que suportar ao aparelho repressivo. Dous carros da policia nacional e outros dous da policia de choque despregárom-se na praça, para finalmente concluir na identificaçom das manifestantes

20 de maio de 2009

Policia viguesa crê prioritário umha nova delegaçom antes do que um albergue público


A Polícia Local viguessa, actualmente instalada nos baixos do Consistório Municipal da Praça do Rei [Juan Carlos] considera preferente o seu traslado para o prédio de diante, o antigo Fogar Sam Paio.

Segundo as informaçons recibidas por emvigo, dito prédio ia ser destinado para um albergue público aberto 24 horas gerido pola Rede Social Galiza Sul, umha plataforma que integra vinte coletivos do ámbito social galego.

Porém, a Policia viguesa previa realizar umha mobilizaçom motorizada como informava a ediçom impresa do Faro de Vigo do 18 de maio para reclamar a utilizaçom do inmóvel como nova sede. Já em abril o mesmo jornal comentava o apoio desta iniciativa por parte do gerente de Centro Príncipe já que os agentes “ prestan un encomiable servicio a la ciudad”.

Desde emvigo criticamos a actitude tanto da Policia Local como do empresário viguês, cujos interesses querem fazer primar fronte a grave situaçom dos indigentes que moram na nossa cidade e cujos direitos fundamentais estám a ser violados dia tras dia, exigindo a apertura do prédio com o seu objectivo inicial.