
A conserveira Alfageme quer botar abaixo as suas instalaçons do bairro de Bouças para construir 300 vivendas. Ademais quere fazé-lo saltando todas as restriçons urbanísticas que obrigam a ceder terreos para uso público e a construir vivendas sociais. Lógico, nom? Assim ganham muitos milhons mais.
O prédio da conserveira é sem dúvida um exemplar magnífico de arquitectura industrial da primeira metade do século XX. Tem um enorme valor histórico, mas sobretodo paisagístico numha cidade onde a vista já padece suficientes atentados.
Nom nos surprende que uns empresários sedentos de ganhos passem por cima de qualquer consideraçom deste tipo nos seus projectos. O preocupante do caso é que semelhante barbaridade conta com o beneplácito da Cámara municipal em pleno (sim, em pleno!), que já contemplava esta possibilidade no PGOM que, afortunadamente, a Junta da Galiza tumbou.
A dia de hoje o debate público parece estar entre se derrubam Alfageme para especular com o 100% do terreno ou se derrubam Alfageme para especular com o 70%.
Desde emvigo dizemos que nem umha nem outra! Que Alfageme fica onde está, com actividade industrial ou para uso do povo viguês.
Nom nos surprende que uns empresários sedentos de ganhos passem por cima de qualquer consideraçom deste tipo nos seus projectos. O preocupante do caso é que semelhante barbaridade conta com o beneplácito da Cámara municipal em pleno (sim, em pleno!), que já contemplava esta possibilidade no PGOM que, afortunadamente, a Junta da Galiza tumbou.
A dia de hoje o debate público parece estar entre se derrubam Alfageme para especular com o 100% do terreno ou se derrubam Alfageme para especular com o 70%.
Desde emvigo dizemos que nem umha nem outra! Que Alfageme fica onde está, com actividade industrial ou para uso do povo viguês.

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