O passado 31 de Março tivo lugar a celebraçom da primeira palestra do Foro tecnológico de emprego na Universidade de Vigo. A palestra, na que intervírom membros do exército espanhol, foi um resumo das ideias propostas pola ministra de defesa espanhola Carmen Chacón junto ao reitor desta Universidade Alberto Gago e o já conhecido repressor Manuel Ameijeiras. Ainda, este evento foi patrocinado por multinacionais capitalistas entre as quais atopamos: Caixanova, Coca-Cola ou Eurocar, entre outras de carácter local como Vitrasa ou Televigo. A Universidade de Vigo nom duvidou em financiar também este evento, quando, porém, pede cartos privados para o financiamento da universidade (Plano Bolonha).
Como já adiantou AGIR há umhas semanas, esta palestra militar serviu para começar a seduzir com os seus habituais métodos aos estudantes com a esperança de atingir e imcrementar o número de 500 militares matriculados ao ano. O acto foi umha repetiçom das palavras pronunciadas há uns dias pola ministra de defesa espanhola Carmen Chacón. Assim voltárom-se escuitar frasses do tipo: “España quiere seguir con la modernización de su ejército, con militares bien dotados y mejor formados de su historia” “ es joven y atractiva, y ya es prestigiosa” referindo-se à Universidade de Vigo, dando a entender que prestígio e militarizaçom tenhem qualquer cousa a ver...
Além disso, e como se nom tivêssemos avondo com o Plano Bolonha, sobre o qual, o dia 1 de Abril, AGIR deu a sua primeira palestra na sua história em Vigo, os militáres afirmárom o que já era umha realidade: a imposiçom da carreira militar está intimamente ligada ao processo Bolonha pois, como se dixo no Foro Tecnológico de Emprego e segundo adiantara Carmen Chacón “Este título tendrá también validez en cualquier país de la Unión Europea, pues su plan de estudios estará completamente adaptado a los acuerdos de Bolonia”. Um ponto mais a somar neste processo intolerável. Dentro da sua homologaçom ("europeia"), umha das principais características de Bolonha, que supom também a total militarizaçom, acrescentando forças nos paises já muito militarizados e exercendo um férreo controlo das naçons assobalhadas como a nossa.
Como confirmou AGIR, os estudantes que cursem esta carreira obterám um título militar e civil podendo aceder aos seus respectivos mercados laborais. Um exemplo mais da hierarquizaçom da nossa sociedade e do trato injusto que se dá à maioria do estudantado que, ao finalizarmos as respectivas carreiras ficamos, quase seguro, no paro. Teremos, pois, ano si, ano também, mais de 500 militares espanhóis dispostos a beijar a bandeira espanhola onde seja e a pôr os seus serviços em maos desta elite social que nom duvidará em atacar e espanholizar o ensino da Galiza.
Deste jeito, o estudantado fica obrigado a competir com este “ninho de fascistas” que, nados na Galiza, nom duvidarám em destrui-la.
Perante esta perigosa situaçom, o estudantado organizado da esquerda independentista deve fazer frente aos militares e aos responsáveis de umha nova campanha militarizadora dizendo-lhes que nom vamos permitir que na nossa naçom medrem assassinos de povos oprimidos em nome da Pátria Espanhola.
STOP MILITARIZAÇOM!! EXÉRCITO ESPANHOL FORA DA UNIVERSIDADE!! GALIZA SEMPRE ANTIMILITAR!!
Como já adiantou AGIR há umhas semanas, esta palestra militar serviu para começar a seduzir com os seus habituais métodos aos estudantes com a esperança de atingir e imcrementar o número de 500 militares matriculados ao ano. O acto foi umha repetiçom das palavras pronunciadas há uns dias pola ministra de defesa espanhola Carmen Chacón. Assim voltárom-se escuitar frasses do tipo: “España quiere seguir con la modernización de su ejército, con militares bien dotados y mejor formados de su historia” “ es joven y atractiva, y ya es prestigiosa” referindo-se à Universidade de Vigo, dando a entender que prestígio e militarizaçom tenhem qualquer cousa a ver...Além disso, e como se nom tivêssemos avondo com o Plano Bolonha, sobre o qual, o dia 1 de Abril, AGIR deu a sua primeira palestra na sua história em Vigo, os militáres afirmárom o que já era umha realidade: a imposiçom da carreira militar está intimamente ligada ao processo Bolonha pois, como se dixo no Foro Tecnológico de Emprego e segundo adiantara Carmen Chacón “Este título tendrá también validez en cualquier país de la Unión Europea, pues su plan de estudios estará completamente adaptado a los acuerdos de Bolonia”. Um ponto mais a somar neste processo intolerável. Dentro da sua homologaçom ("europeia"), umha das principais características de Bolonha, que supom também a total militarizaçom, acrescentando forças nos paises já muito militarizados e exercendo um férreo controlo das naçons assobalhadas como a nossa.
Como confirmou AGIR, os estudantes que cursem esta carreira obterám um título militar e civil podendo aceder aos seus respectivos mercados laborais. Um exemplo mais da hierarquizaçom da nossa sociedade e do trato injusto que se dá à maioria do estudantado que, ao finalizarmos as respectivas carreiras ficamos, quase seguro, no paro. Teremos, pois, ano si, ano também, mais de 500 militares espanhóis dispostos a beijar a bandeira espanhola onde seja e a pôr os seus serviços em maos desta elite social que nom duvidará em atacar e espanholizar o ensino da Galiza.
Deste jeito, o estudantado fica obrigado a competir com este “ninho de fascistas” que, nados na Galiza, nom duvidarám em destrui-la.
Perante esta perigosa situaçom, o estudantado organizado da esquerda independentista deve fazer frente aos militares e aos responsáveis de umha nova campanha militarizadora dizendo-lhes que nom vamos permitir que na nossa naçom medrem assassinos de povos oprimidos em nome da Pátria Espanhola.
STOP MILITARIZAÇOM!! EXÉRCITO ESPANHOL FORA DA UNIVERSIDADE!! GALIZA SEMPRE ANTIMILITAR!!



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