A reitoria da Universidade de Vigo tem-se consagrado como paladim da militarizaçom do ensino superior na Galiza. Nos últimos anos, AGIR já veu informando das novas que indicavam sem lugar a dúvidas o que agora se certifica. A universidade regida por Gago semelha nom ter complexos à hora de entregar o seu presente e o seu futuro, no marco da competitividade interuniversitária gerada pola mercantilizaçom do ensino, ao mesmíssimo Exército espanhol. Umha instituiçom prodigiosa em matéria de educaçom e formaçom da mocidade galega. Um exemplo do que nos depara a actual classe dirigente da Galiza: colocar um bombardeiro e umha legenda "Todo por la patria" como novo cunho para as escolas de maior rango académico da Galiza.Esta conduta rasteira e servil, cúmplice com o terror do militarismo imperialista do sêculo XXI; este vazio de ética fraguado a base de abrir a torneira da universidade a qualquer postor com tal de ganhar-se um espaço no espectáculo cateto da "ianquizaçom" do ensino, de suporte para a especulaçom e a propaganda do grande capital; som a carta de apresentaçom de Abel Caballero, Alberto Gago e Carme Chacón, o trio da vergonha que permitirá o nascimento, em Marim, dum Centro Universitário de Defesa, o segundo ligado a umha universidade pública no Estado espanhol.
Que perseguem?
A perda de prestígio do exército fascista espanhol, e a eliminaçom no seu dia da obrigatoriedade da mili, provocam necessidades no Ministério de Defesa espanhol que, como nom, solucionaremos todas e todos com o nosso peto e a nossa cara de vergonha.
Oferecer umha universidade em plena adapataçom ao Espaço Europeu de Ensino Superior, aberta a toda fonte de financiamento, e cativa como é o caso da de Vigo, para soster a sua escasa viabilidade num marco de competência supracontinental, é o contexto perfeito para meter mao ao ensino superior, e nom só manter as estruturas militares de ocupaçom na Galiza, senom dar-lhes vida.
Agora, e por obra e graça dos impresentáveis políticos do concelho de Vigo e do governo espanhol (PSOE e BNG), teremos o prazer de incentivar a matriculaçom em escolas militares para procurar-nos um futuro. Sim, a Carreira Militar significa que as pessoas que se inscrevam nos centros castrenses adscritos, goçarám dum título civil, é dizer, como o de tod@ universitári@, e dum militar a maiores, podendo optar às respectivas saídas laborais, a civil, e a militar, com a justificaçom de serem tam licenciad@s ou diplomad@s como o resto. Pero isso sim, beijando a bandeira de Espanha e jurando lealdade ao Rei imposto por Franco e às armas que massacram a populaçom afgá, síria ou haitiana. Todo um logro, vaia.
No caso que nos atinge, em Marim obterá-se um Grau de Engrenharia Industrial em rama mecánica. A primeira promoçom deste despropósito militarizador da universidade entrará no curso 2010/11. Gago já garantiu que este é o primeiro passo face a novas alianças com o corpo armado espanhol.
ORGANIZA-TE E LUITA!
A UNIVERSIDADE: PÚBLICA E POPULAR!! NUNCA MILITAR!!

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